o Visto


Capítulo I – Liberdade

Inicia-se assim o Visto – Blog de Emanuel Alberto Vieira, no dia da liberdade em Portugal 25 de abril – 50 anos após o mesmo.

Neste blog irei escrever sobre diversos temas que me interessam, entre política, liderança, respeito e atitude. O blog é apenas o exercício de uma liberdade individual de transpor os meus pensamentos em texto.

Retomo assim também uma primeira experiência, abandonada a uns anos atrás do Visto, um blog na altura criado numa plataforma portuguesa de forma gratuita, que remonta aos meus primeiros dias de participação política, em tertúlias e fóruns mais ou menos descentralizados, com diversas pessoas, de diferentes polos e tendências sociais.

Entretanto, meteu-se uma incursão na Universidade Aberta para frequentar o Curso de Ciência Política e Administrativa e pouco depois a assunção de responsabilidades locais no PSD. Resultado, o tempo não deu para tudo e o blog ficou para trás, ficando a minha opinião individual para uma dedicação completa ao grupo de pessoas que tinha de ouvir, e com elas chegar a um pensamento enriquecido.

o Visto tinha sido criado em homenagem também a Francisco Sá Carneiro e as alturas em que este não tinha, ainda responsabilidades de estado, e este seguirá a mesma linha de pensamento:

Portugal hoje celebra 50 anos de liberdade, no dia que capitães decidiram mudar, com a seguinte frase, o seu país:

“Há diversas modalidades de Estado: os estados socialistas, os estados corporativos e o estado a que isto chegou!”

Também hoje já li “25 de abril sempre, 25 de novembro para sempre!”, e esta frase também tem a razão, isto porque quando o povo se cansa, procura inverter a situação para uma situação oposta, muitas vezes extrema e que leva a outra ditadura.

E com isso a democracia, tal como Winston Churchill (outra das figuras que será muitas vezes celebrada nestes textos) disse:

“Toda esta ideia de ter um punhado de homens que tomam conta da máquina do Estado, tendo o direito de obrigar as pessoas a fazer o que convém ao seu partido e aos seus interesses ou doutrinas pessoais, é completamente às avessas de todas as conceções da democracia ocidental como a temos hoje”

Mas…

 “A democracia é o pior dos sistemas, com excepção de todos os outros.”

Fica assim, apenas – ideias – para o primeiro capítulo.

Ficam soltas, apenas para levar o leitor a pensar um pouco, e a não ter nada em concreto. Pois a única coisa que é proibida neste blog é de – um carneiro – não ser coisa de signo ou de animal não racional.

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